quarta-feira, 3 de novembro de 2010
30 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
01 de outubro de 2010
29 de setembro de 2010
24 de setembro de 2010
- Leitura da cena
- Exercício do texto que consiste em justificar a fala de cada personagem.
- Improvisação da cena.
- Improvisação da cena.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
17 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
CEPECA - 16 de setembro de 2010
15 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
10 de setembro de 2010
- Sim e Não. Toda fala ascendente, de concordância ou de caráter positivo diz-se SIM com a voz aguda; toda fala decrescente, discordante ou de caráter de negação diz-se NÂO, com a voz grave;
- Ponto e linha.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
04 de setembro de 2010
01 de setembro de 2010
- Etapa de Treinamento:
- Sueño:
- Início da discussão sobre o artigo "O Ator Nitente" de Adriano Cypriano, acerca dos Cinco Revestimentos hindus e dos Upanishas.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
27 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
20 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
18 de agosto de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
De volta
- Dois Tempos com um grito de fuga/medo;
- Zanni Vanitas chorando;
- Três Tempos cantando/cantarolando;
- Grande Zanni - roubar o cobertor de um cão bravo que está dormindo;
- Três Tempos, Salto lateral e Friso - Achar algo no meio do caminho (Teka -Avião?, Karina - "rádio", Rafa - sabonete/banho);
- Rafa e Ka: tema: O bico da mamadeira está furado;
- Ka e Teka: tema: Quero vender minha bicicleta;
- Teka e Rafa: Esse sapato me deu chulé.
terça-feira, 20 de julho de 2010
Férias
quarta-feira, 14 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Liberdade e aprisionamento
Liberdade
Quando menina, acreditava que ao final de toda palavra “liberdade” havia um ponto final. Liberdade existe e ponto. Liberdade para brincar, para comer um doce, para sonhar. A liberdade que me abraçava era sublime e possível, vivemos num mundo livre.
Quando adolescente, instigada pelo espírito rebelde próprio esses anos, decidi que ao final de toda palavra “liberdade” viria um ponto de exclamação! Porque liberdade é uma palavra carregada de luta, de sangue! E protesto! Liberdade política, liberdade de expressão! E lutar por aquilo que acreditamos! Viva!
Com os anos que se passaram, não muitos, diga-se a verdade, as inquietudes da vida e as angústias questionadoras abalaram todas as minhas crenças e certezas. E achei prudente mudar a pontuação e colocar ao final de toda palavra “liberdade” um ponto de interrogação. Afinal, o que é ser livre? É escolher pelos seus próprios meios? Valores? É não ter a moral estuprada por essa sociedade decadente e selvagem? É ser racional? Sempre escolher?
Por mais que ainda acredite que não haja uma resposta que defina liberdade, tenho certeza de que novamente me equivoquei com a pontuação. Ao final de toda palavra “liberdade” não vem um ponto final, nem uma exclamação, tampouco uma interrogação. “Liberdade” para ser livre deve ser acompanhada por reticências... Porque impossível e ser definida, ela é sentida, querida, um norte a se seguir... um destino ainda por vir... o fim que todo homem anseia desde seu surgimento... porque ser livre é não ter fronteiras... é transcender à eternidade... e compreender-se pelas entrelinhas...
Por Karina Zichelle
segunda-feira, 5 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
30 de junho de 2010
Presentes: Adriano, Laura, Teka, Karina, Natalia e Rafa
Ausentes: Gabi, Ricardo
Iniciamos com aquecimento\alongamento individual de 10 min, fizemos o círculo
“Senhor despertai-me e daí-me conhecimento”.
Partimos para o Jardim do Rei por 20 min. Segue em que etapa cada integrante está neste treinamento.
Gabi – Construção de imagens/movimentos;
Karina – Repetição de movimentos;
Laura – Repetição de movimentos;
Natalia – Repetição de movimentos;
Rafa – Oposições;
Ricardo – Construção de imgens/movimentos;
Teka – Oposições
Após o Jardim do Rei, Adriano comentou que começaríamos também a treinar voz, que é um assunto recorrente em nossos encontros teóricos que precisamos treiná-la para maior expressividade.
Acabamos não fazendo o treinamento vocal, nós o protelamos para iniciar no próximo ensaio, devido alguns outros exercícios que tínhamos para apresentar.
Exercício: Estranhamento + Liberdade
1) Escolher uma situação recente que você tenha vivido e tenha lhe causado algum tipo de estranhamento.
2) Escrever um texto sobre liberdade\aprisionamento.
Adriano pediu este exercício a cerca de 3 semanas. Hoje, Teka, Laura e Karina leram seus textos sobre liberdade. Eu ainda não fiz o meu, mas logo farei.
Depois, contamos o caso de estranhamento:
Laura – O que lhe causa estranhamento é a dependência de
uma pessoa por cocaína.
Teka – Um homem que masturbava-se na porta do colégio dentro de um carro, chamaram a polícia. O homem era pai de uma aluna de 8 anos do colégio. Chamaram a mãe da menina, que disse não ter problema nenhum. Foram embora juntos, mãe, pai e filha do colégio.
Rafael – Um senhor de idade pedindo dinheiro no farol, bem apresentado, com uma face dura, parecendo “pedra”, andava sem mover quase nada do corpo, com os braços estendidos na frente do corpo segurando um chapéu. Parecia que carregava o peso da vida.
Após a “contação”, partimos para a improvisação.
Adriano orientou que a Laura dirigisse o grupo e improvisasse o estranhamento de drogas junto com o texto que ela havia escrito.
Improvisação – Cocaína
Todos, ocupando uma posição “aleatória” no espaço, procurávamos por drogas,
chegamos até a empurrar e a mexer nas coisas da Milena (que assistia nosso ensaio). Objetivo: interagir com a platéia.
Após isso cada um no seu desespero falava fragmentos do texto da Laura.
Como “liberdade”, “aqui”, entre outros.
Nesse momento eu (Rafa) tornava-me o usuário que estava indo na “boca”
comprar cocaína, a Laura e Teka eram “olheiros”, a Nati o traficante.
Após, na cena, eu comprar cocaína, simulávamos cheirar cada um no seu
canto.
Eu dizia: “ Você pode pensar que isto tem algo com política...”
A Laura cantava de fundo: “Liberdade, liberdade abre as asas sobre
nós.”
Tentamos essa improvisação de outra forma, mas o Adriano pediu para a Laura encontrar outro estranhamento, pois este apesar de funcionar, passou uma mensagem fascista.
Cena: Primeira Jornada
Em coro, repetimos a cena PRIMEIRA JORNADA.
Fim: 22:40h
por Rafa Bermudes
sábado, 26 de junho de 2010
25 de Junho de 2010
Exercício de Butoh: "Gaivota": Ter a imagem em mente de uma gaivota que cai num mar, onde acabou de ocorrer um derramamento de petróleo. Esta tenta com todas as suas forças nadar até a praia. Ela vai morrer, seus olhos já estão mortos. Os atores, ao buscar essa imagem posicionam-se da seguinte maneira: os pés se cruzam e ficam em meia ponta; os braços se cruzam na frente do peito e somente o dedo médio toca os ombros; o olhar é sem foco, morto; as pálpebras piscam com o ritmo de asas de borboletas; a cabeça tomba para a esquerda.
No final do exercício virá o grito de desespero da gaivota.
obs: NOTA-SE A DIFICULDADE FÍSICA E EMOCIONAL QUE HÁ NESSE EXERCÍCIO!
Apresentamos (Rafa, Laura, Karina) a mesma cena do ensaio passado, porém buscando a sensação que nos remeteu o exercício da Gaivota. A Teka criou a sua cena.
Após, improvisamos a primeira cena da peça. Laura e Rafa; Teka e Karina.
Por Laura Salvatore
quinta-feira, 24 de junho de 2010
23 de Junho de 2010
Depois o ritual "Despertai-me, senhor, e dai-me conhecimento."
Aproximadamente uns 20 minutos de passeio ao "Jardim do Rei" trabalhando os seguintes princípios:
- equilíbrio;
- oposição;
- repetição de movimentos.
Assim que terminamos o "passeio", passamos a coreografia da PRIMEIRA JORNADA.
Nesse dia, tivémos um convidado especial: Ariel Moshe. A Karina e o Rafa apresentaram a contação intimista da primeira cena da peça a ele, que nos disse suas impressões. Então, o que tiramos de proveitoso foram:
- para contar uma histótia bem perto do espectador devemos ficar atentos aos respectivos aromas. Eles podem tanto nos ajudar como prejudicar. Se a intenção é seduzir o espectador e faze-lo "viajar" na história, o dito bom cheiro deve ser intencional (hálito, perfume, etc);
- a história precisa ter pausas para que o espectador assimile e sedimente as imagens;
- nós, atores, podemos explorar as entonações, ritmos e intensidades da voz;
- ficou sugerido como laboratório trabalhos como o do link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=0ztl5geWp8c
A Teka contou a primeira cena para a Laura. Elas concluiram que para facilitar o trabalho devemos separar o texto em ações. Além disso, os desenhos que a Teka faz no caderno podem ser mais explorados, por exemplo colocar cores neles.
Depois fizemos o exercício da "Gaivota". Este será repetido. Observamos que todos tem muita dificuldade para concentrar-se na imagem da gaivota. Além de que precisamos enfrentar as dores corporais que vão surgindo no decorrer dessa atividade.
Para finalizar realizamos uma meditação ativa: "Vela" (nome que criei agora).
Por Laura Salvatore
domingo, 20 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
Lançamento do livro do CEPECA


sábado, 12 de junho de 2010
09 de junho de 2010
Hoje nosso encontro começou às 20:40, pois a Malta Teatral CBD fez uma intervenção num evento no Macunaíma ("Homenagem Macunaíma Arte&Cultura"). O Adriano permaneceu neste evento e os integrantes da Malta CBD do projeto A Vida é Sonho foram ensaiar.
Já na sala de ensaio, eu (Rafael), Teka, Gabi e Karina presentes - a Laura não pode vir - iniciamos com alongamento, fizemos a roda “Despertai-me Senhor e dai-me conhecimento.” e partimos para o Jardim do Rei.
Fizemos esse treinamento, Jardim do Rei, cerca de 20min, depois decidimos ao invés de treinar Comédia dell’Arte, improvisar com as categorias que já havíamos aprendido.
Separamo-nos em duplas para desenvolver as cenas, a saber, Rafa/Gabi e Teka/Karina. Cada dupla indicou um tema para a outra dupla desenvolver a cena.
Rafa/Gabi deveriam fazer a cena: Não quero tomar sopa!
Teka/Karina deveriam fazer a cena: Entrar de penetra na festa da Cinderela
Cena: Não quero tomar sopa!
Fiz a cena com a Gabi, que assim como o Adriano, estudou com o Antônio Fava. Ela disse que existe a figura da rainha e os zannis, podem fazer o papel de guardiões. Daí surgiu nossa improvisação, cuidaríamos da sopa da rainha para que ninguém comesse e o jogo partiu daí, os dois queriam comer, mas não podiam e ainda não queriam revelar ao outro suas fraquezas. Assim, meu zanni enganou o zanni Gabi e colocou a sopa sobre a cabeça, acreditando que o outro não percebera e realmente não o percebera, mas ao irem embora, eu deixei o zanni da Gabi subir em minhas costas para procurar o culpado e esqueci que a sopa estava sobre minha cabeça, assim ela comeu toda a sopa e fui embora acreditando que a sopa estava sã e salva para eu comer depois. Utilizamos bastante expressão corporal, figuras compostas e acrobacias para compor a cena.
Cena: Entrar de penetra na festa da Cinderela
Teka e Karina fizeram Enamorada e Zanni respectivamente. Karina e Teka apegaram-se mais à técnica que eu e a Gabi, inclusive a Karina utilizou até o Friso, alguns saltos para exibir-se como zanni. Teka abusou das posturas exibicionistas da enamorada e fez uma enamorada quase tola de tantos suspiros, movimentos entrecortados, exagerados e àquelas perguntas, que não são necessárias fazê-las, pois a resposta é tão evidente e mesmo assim, a enamorada da Teka o fazia, foi engraçado.
Após isso eu e a Karina retomamos a contação da estória – Primeira Cena de A Vida é Sonho – utilizando desenho ou bonecos. Apresentaremos isto no CEPECA em 10/06, acredito não estar apresentável, ainda estamos improvisando, mas o Adriano o quer assim, então vamos lá?!
Treinei um pouco e apresentei a elas, não tivemos tempo de comentar. A Karina não pode apresentar, pois não estava muito bem de saúde. O ensaio terminou 22:40.
terça-feira, 8 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Impressões quanto à inculturação e aculturação
Os poucos atores que entendem isso, entram numa estrada longa, erma e seca, onde precisam auto-descobrir-se (corpo e mente). Consciente dessa estrada, devido a alguns grandes mestres que tive em minha formação técnica, sempre acreditei que o ator primeiramente é um atleta. Atleta no sentido físico e afetivo como defendia Artaud.
Define-se as imagens e começa-se a repetir os movimentos até que essas imagens tornem-se uma dança pessoal, pois é a sua técnica de inculturação. Após isto, começa-se a trabalhar princípios pré-expressivos (Barba). Treinei até então nesse Jardim do Rei os princípios de equilíbrio, tensão e início ritmo.
A cada movimento do Jardim do Rei que se desenrola como se fosse uma linha contínua no espaço, saindo do meu corpo e se perdendo no tempo, sinto a memória corporal e psíquica "gritando". Uma memória levando à outra e aumentado a diversidade da minha dança em um transe entre a imagética virtual e física.
Às vezes, um movimento visto num espetáculo de dança, um sonho que tive ou um andar incomum observado na rua torna-se material para minha dança pessoal. As matrizes crescem, meu repertório aumenta e algo novo pode ser criado quando aquilo parecia estagnar.
Neste ponto volto a questão do mestre, o Adriano inseriu no treinamento uma técnica de aculturação, a Comédia Dell'Arte, que aprendeu com Antônio Fava.
Nós treinamos a Comédia Dell'Arte não com intenções psíquicas da persona, mas como partitura corporal, isto é, treinamento pré-expressivo. Aprendemos a partitura de uma persona pela repetição e racionalização do movimento até que se torne orgânico, ou seja, mestre e aprendiz.
O mestre é quem corrige os movimentos de seu aprendiz com ação, assim como é no ballet, na mímica clássica ou no Kathakali - são técnicas passadas de geração em geração; e é o aprendiz quem precisa esvaziar-se de si mesmo para aprender essa técnica (reproduzir), dominá-la (decodificar) e somente então transformá-la (codificar).
quinta-feira, 3 de junho de 2010
02 de junho de 2010
O ensaio começa de maneira inusitada, com um “Parabéns pra você” conduzido pela Nathalia, numa surpresa para o Adriano, aniversariante do dia.
Uma singela, porém carinhosa confraternização com direito a rocambole e guaraná.
Reunião de produção: busca para unir as “espertises” de cada um para consolidar a companhia.
Definição do próximo texto para discussão: Cap. 1 do livro A Arte de Não Interpretar Como Poesia Corpórea do Ator, do Renato Ferracini.
Quando dia 13 de junho, às 19h30.
Treinamento: Jardim do Rei
Commedia dell’Arte, conduzida pela Gabi. Enamorados.
Como a Karina e a Nathalia estava doentinhas, elas ficaram apenas observando.
Ensaio encerrado excepcionalmente às 21h30.
Por Karina Zichelle
terça-feira, 1 de junho de 2010
Ensaio: 28 de maio - Registro da descrição das cenas
Cena: Clotaldo entra na torre e surpreende Rosaura, Clarim e Segismundo.
· Rosaura, de longos cabelos louros, escondidos pelo elmo masculino, que também não deixa revelar seu rosto de traços finos, os olhos claros e a pele delicada suja pela longa viagem que empreitou.
· A espada que Clarim trás consigo e que entrega aos soldados é torta, tosca.
· A espada que Rosaura entrega a Clotaldo é única, forjada em metal nobre, talhada cuidadosamente com pedrarias no copos. É uma espada imponente.
· Clotaldo conduz os prisioneiros para o castelo, acima deles, um céu de baunilha, cujos últimos raios solares da cor púrpura mancham de sangue aquele horizonte.
· A torre que sepulcra Segismundo é alta e muito entrecortada, seu interior é composto de vários compartimentos distribuídos de maneira labiríntica, com muitas escadas que se confundem em vários níveis. Muitas correntes de metal envelhecido compõem esse cenário difuso.
Cena: Segismundo desperta no Castelo
· Segismundo acorda e se vê deitado numa cama de tamanho descomunal, de uma maciez que o entorpece ainda mais. As mantas que encobrem a cama são de pura seda, tecida cuidadosamente com detalhes em fios de ouro.
· A janela do quarto possui um vitral colorido que recorta a luz que adentra no quarto, produzindo imagens disformes, deixando um a atmosfera translúcida.
· A porta central do quarto, assim como a cama, é de proporções gigantescas. Dourada, com arabescos enfeitando seus entalhes, possui uma maçaneta feita de esmeralda e outras pedras preciosas, que chamou a atenção imediata de Segismundo, como uma mariposa é atraída pela luz.
· Clotaldo entra trajado com roupas finas. Um traje branco com um cinturão verde que possui a insígnia real de Basílio.
por Karina Zichelle
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Iniciamos, o encontro de hoje, com os nossos rituais de concentração ( alguns minutos em silêncio e "despertai-me senhor e dai-me conhecimento"), a seguir começamos o nosso treinamento, envolvendo Comédia Dell'arte, onde a Gabi, orientou variações da categoria do "Pantalone", em seguida fizemos/praticamos o "Jardim do Rei".
Na segunda parte do encontro, repassamos a rubrica inicial do texto associada a um coro. E por fim, fizemos uma leitura em voz alta da introdução do texto - A Vida é Sonho, intermediada por explanações sobre o período Histórico em que o mesmo foi escrito - final do Renascentismo e meados do Barroco.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Baixas de guerra
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Jardim do rei;
Esboço da coreografia do coro da cena de entrada da peça:
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Diário de Bordo II
23 de abril de 2010
Treinamento: Escala de Decroux (inclinação, rotação e translação).
Commedia Dell'Arte: Pantallone.
Jardim do Rei.
Improvisação da peça, feita por todos, numa cena rápida.
Aline, Flávio, Karina, Luiz, Rafa e Teka. (A Bruna estava contundida e ficou como platéia).
· Primeiro passo: qual o roteiro de A Vida é Sonho? Qual perspectiva vamos assumir? A de Segismundo? Que tipo de linguagem? Não precisamos distribuir os personagens da peça entre nós.
· Discussão: Idéia! Usar de metáforas para criar a cena. A metáfora da gaiola que aprisiona o pássaro.
Idéia! Todos em roda, ciranda da canção infantil "Pombinha Branca".
Ok. Chega de conversa, vamos para a ação!
"Pombinha Branca, que está fazendo?
Lavando roupa pro casamento.
Vou me lavar, vou me trocar,
vou na janela pra namorar.
Passou um homem, de terno branco,
chapéu de lado, meu namorado.
Mandei entrar.
Mandei sentar.
Cuspiu no chão,
Limpa aí, seu porcalhão!"
Feita a ciranda, deu certo. Pausa. E agora?
"Vamos repetir a ciranda e seguir direto, sem parar para racionalizar o que fazer". Todos concordam.
Novamente,
"Pombinha Branca, que está fazendo?
Lavando roupa pro casamento.
Vou me lavar, vou me trocar,
vou na janela pra namorar.
Passou um homem, de terno branco,
chapéu de lado, meu namorado.
Mandei entrar.
Mandei sentar.
Cuspiu no chão,
Limpa aí, seu porcalhão!"
E dessa vez o exercício acontece! Com várias imagens sendo criadas. Frases soltas pronunciadas aleatoriamente pelos atores. Várias pessoas assumindo o Segismundo. “Acorda!”; “Levanta, você é príncipe!”; “Estou sonhando?”; “Sua voz, me é familiar, mas não era um sonho?”...
· Impressões: Através das sensações que A Vida é Sonho despertou em nós, a cena narrou a fábula de Calderon, seguindo uma linearidade própria, mas respeitando os acontecimentos da peça.
Leitura dos primeiros parágrafos do novo artigo do Adriano.
JOGO do Chapéu.
Nesse jogo dois participantes improvisam uma cena de venda de um chapéu. Um será o balconista da loja e o outro o comprador do chapéu. Eles criam uma partitura de cena (com falas e gestos) que deverão ser repetidos de igual maneira em todas as vezes pelos demais participantes dispostos em duplas.
Adriano e Karina criam a partitura a ser seguida.
Adriano: Bom dia
Karina: (com as mãos estendidas sobre o balcão) Bom dia (perna direita levanta)
Adriano: Eu queria comprar aquele chapéu (aponta o chapéu).
Karina: Aquele chapéu? (olha para trás apontando o chapéu).
Adriano: Aquele chapéu.
Karina: Pois não. (pega o chapéu e coloca em cima do balcão).
Adriano: Quanto custa?
Karina: Cinquenta reais (inclinando levemente a cabeça para a esquerda).
Adriano: (pega o dinheiro e entrega para a vendedora, depois pega o chapéu) Obrigado.
Karina: Não tem por onde. (guardando o dinheiro no bolso esquerdo da calça).
Todas as duplas (Luiz e Rafa, Teka e Aline, e Flávio e Karina) repetem essa partitura. Aos poucos novos desafios são acrescentados à ela.
Primeiro: Após o termino de cada fala, colocar um xingamento. (o cara de melão que a Karina soltou pro Adriano foi bizarro).
Segundo: Após o xingamento o outro participante, antes de começar a falar, solta um grito.
Terceiro: Fazer as ações e ao invés desse texto, falar letras de músicas.
Quarto: Fazer as ações e o texto em blablação.
Quinto: Parados, dando o texto o mais neutro possível, sem mexer nada.
Sexto: Só as ações.
Sétimo: De trás para frente.
Esse jogo rendeu muitas risadas, e descobri uma coisa interessante, porque ficamos sérios ao xingarmos alguém?
16 de abril de 2010
Aquecimento proposto pela Laura (que fez todo mundo ofegar cansados,eita Laura!).
Commedia Dell'Arte: Zanni.
JOGO Passo, Pego, Protesto
Esse jogo consiste na contação da história da peça pelos integrantes do grupo, dispostos em círculo. Quem porta a bolinha (no nosso caso, o ovinho de plástico da Kinder Ovo) tem o direito à fala, e somente ele. Caso esqueça algum detalhe da história, ou conte algo que "não era bem assim", qualquer participante pode falar "PROTESTO", e então, o direito de continuar a história passa a ser dele. Se o participante que estiver contanto a fábula não conseguir continuar, pode falar "PASSO" e necessariamente qualquer outro jogador deve responder "PEGO", para assumir a continuidade da contação. Caso ninguém responda, o jogo fica parado até que uma boa alma se arrisque.